Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006

Classes de palavras

Classe aberta de palavras: Classe de palavras que é constituída por um número  ilimitado de palavras e à qual a evolução da língua acrescenta constantemente novos membros. É praticamente impossível enumerar todos os membros de uma classe aberta de palavras num dado momento da evolução da língua.

Exemplos:
São classes abertas de palavras a classe dos nomes e a classe dos verbos.


Classe fechada de palavras: Classe de palavras que é constituída por um número limitado (normalmente pequeno) de palavras e à qual a evolução da língua só muito raramente acrescenta novos membros. É normalmente fácil enumerar todos os membros de uma classe fechada de palavras.

Exemplos:
São classes fechadas de palavras, por exemplo, a classe das conjunções e a classe das preposições.


1. Adjectivo

Palavra pertencente a uma classe aberta de palavras, que permite variação em género, em número  e, tipicamente, em grau.

O adjectivo é o núcleo do grupo adjectival, pode ser especificado por quantificadores, que o antecedem, e seleccionar grupos preposicionais e frases como seus complementos.

Os adjectivos subclassificam-se em adjectivos qualificativos e adjectivos numerais.


2. Advérbio

  Palavra invariável em género e número, pertencente a uma classe com elementos com características bastante diferentes do ponto de vista morfológico, sintáctico e semântico.

Tipicamente, os advérbios desempenham a função sintáctica de modificadores de frase e do grupo verbal e a função sintáctica de complementos adverbiais.

Adoptando uma classificação com base em critérios sintácticos, reconhecem-se as subclasses de advérbios de negação, advérbios adjuntos, advérbios disjuntos e advérbios conectivos.


3. Conjunção

Palavra invariável, pertencente a uma classe fechada de palavras que não desempenha função sintáctica na frase a que pertence.


Existem dois tipos de conjunções: conjunções subordinativas e conjunções coordenativas.

As conjunções subordinativas introduzem sempre frases, nomeadamente, frases subordinadas.

As conjunções coordenativas, que estabelecem a ligação entre dois ou mais elementos coordenados, tanto podem introduzir frases como grupos nominais, adjectivais, verbais, preposicionais e adverbiais.


4. Determinante
Palavra pertencente a uma classe fechada, que especifica um nome, precedendo-o, e que contribui para a construção do seu valor referencial, com informações sobre propriedades sintácticas e semânticas dos objectos ou entidades designados.

Os determinantes classificam-se em duas subclasses: a dos artigos e a dos determinantes demonstrativos e possessivos .

5. Interjeição

  Palavra invariável que pertence a uma classe fechada. Uma interjeição não estabelece relações sintácticas com outras palavras e tem uma função exclusivamente emotiva.

O valor de cada interjeição depende do contexto de enunciação e corresponde a uma atitude do falante.

Exemplos:


De alegria: ah!, oh!, ...De animação: eia!, vamos!, ...De aplauso: bravo!, viva!, ...

De desejo: oh!, oxalá!, ...De dor: ai!, ui!, ...De espanto ou surpresa: ah!, hi!, ...

De impaciência: irra!, hem!, ...De invocação: ó!, psiu!, ...De silêncio: psiu!, silêncio!, ...De suspensão: alto!, basta!, ...De terror: ui!, uh!, ...


6. Nome

Palavra pertencente a uma classe aberta de palavras, que permite variação em género, em número e, em alguns casos, em grau.

O nome é o núcleo do
grupo nominal, pode ser especificado por determinantes" e por quantificadores, que o antecedem, seleccionar grupos adjectivais e grupos preposicionais como seus complementos e ser modificado por modificadores do nome.

Os nomes subclassificam-se em
nomes próprios/nomes comuns, distinguindo-se, na subclasse dos nomes comuns, nomes concretos/abstactos , contáveis/não contáveis , colectivos.

Os nomes podem ainda classificar-se de acordo com as oposições
animado/não animado e humano/não humano..

Nome animado vs. nome não animado

Os nomes animados pertencem a uma subclasse de nomes que refere um conjunto de entidades caracterizadas por um traço semântico anímico, i.e., pertencem a um conjunto de entidades dotadas de vitalidade, como (i), por oposição a nomes não animados, que referem conjuntos de objectos não anímicos, como (ii).

Verbos como (iii) seleccionam como
sujeito grupos nominais com um núcleo que é obrigatoriamente um nome animado, conforme o contraste entre (iv) (a) e (b).

Exemplos:
(i) homem, cão, multidão, Ana, Portugueses, ...
(ii) porta, poesia, flora, planeta, Portugal, ...
(iii) nascer, morrer, espirrar, ...
(iv) (a) O cão nasceu ...
(b) *A porta nasceu ...

No Português, há dois valores de género: masculino e feminino.

Nome epiceno

Nome que dispõe de um único valor de género qualquer que seja o sexo da entidade (ser humano) referida.

Exemplos:
cônjuge, testemunha

Nome sobrecomum

Nome que dispõe de um único valor de género qualquer que seja o sexo da entidade referida (ser animado não humano). O contraste de género pode ser estabelecido com recurso à composição morfo-sintáctica (cf. N-macho, N-fêmea).

Exemplos:
O nome corvo é sempre masculino, tal como águia é sempre feminino. Mas é possível estabelecer contrastes de género, através da formação de compostos: corvo-macho, corvo-fêmea; águia-macho, águia-fêmea.

Nome comum de dois géneros

Nome ambíguo quanto ao sexo da entidade (ser humano) referida. O contexto sintáctico pode desfazer essa ambiguidade.


 7. Preposição

 Palavra invariável, pertencente a uma classe fechada de palavras, que pode ter como complemento quer frases, quer grupos nominais.

Exemplos

a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás.


8. Pronome

Palavra pertencente a uma classe fechada de palavras que, em alguns casos, permite variação em género e número, noutros em pessoa, género e número. Ao contrário do que acontece com o determinante, o pronome não pode preceder um nome (a menos que sejam separados por uma pausa) e que é distribucionalmente equivalente a um grupo nominal.


9. Quantificador

Palavra que especifica um nome, precedendo-o, e que contribui para a construção do seu valor referencial, com informações sobre o número, a quantidade ou a parte das entidades designadas.

Exemplos:
São quantificadores:

outro(s) , pouco(s), quantos, tanto(s), qualquer / quaisquer, certo(s), todo(s), ambos
algum / alguns, vário(s) / vária(s),
os numerais


10. Verbo

Palavra pertencente a uma classe aberta de palavras que flexiona em tempo e modo, pessoa e número, voz e que constitui o núcleo do grupo verbal.

tempo: pretérito mais-que-perfeito, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, presente e futuro do indicativo; pretérito imperfeito, presente e futuro do conjuntivo; condicional; infinitivo pessoal; imperativo; infinitivo impessoal; gerúndio; particípio..

modo: indicativo, conjuntivo, imperativo, condicional, infinitivo

voz: activa, passiva

   1ª conjugação -  verbos terminados em -ar (contar)

   2ª conjugação - verbos terminados em -er (mover)

3ª conjugação - verbos terminados em -ir (partir)

Verbo principal intransitivo

Verbo principal que selecciona um sujeito mas não selecciona complementos.

Verbo principal transitivo directo

Verbo principal que selecciona um sujeito e um complemento com a função sintáctica de complemento directo.

Verbo principal transitivo indirecto

Verbo principal que selecciona um sujeito e um complemento com a função sintáctica de complemento indirecto , de complemento preposicional (iv) ou ainda de complemento adverbial

Verbo principal transitivo directo e indirecto

Verbo principal que selecciona um sujeito e dois complementos: um com a função sintáctica de complemento directo e outro com a de complemento indirecto , de complemento preposicional ou de complemento adverbial .

Verbo copulativo

Verbo não auxiliar que ocorre numa frase em que existe um constituinte com a função sintáctica de sujeito e outro com a função sintáctica de predicativo do sujeito.

Exemplos:
Costumam listar-se como verbos copulativos os seguintes:

ser, estar, ficar, parecer (como em "parecer doente"), permanecer, continuar (como em "continuar calado").

 


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Domingo, 3 de Dezembro de 2006

Verso, estrofe, rimas

Conceitos importantes

Verso: cada linha de um poema. Os versos são classificados de acordo com o número de sílabas poéticas que possuem: monossílabo, dissílabo, trissílabo, tetrassílabo, pentassílabo ou redondilha menor, hexassílabo, heptassílabo ou redondilha maior, octossílabo, eneassílabo , decassílabo, hendecassílabo, dodecassílabo ou alexandrino e verso bárbaro (verso com mais de doze sílabas poéticas).

     

Estrofe: agrupamento de versos. Elas podem ser classificadas quanto ao número de versos em: monóstico , dístico, terceto, quarteto ou quadra, quintilha , sextilha, septilha , oitava, nona, décima.   

  

Refrão ou estribilho: são versos que se repetem no final das estrofes.     

Ritmo: é a sucessão de sons fortes (sílabas tónicas ) e sons fracos (sílabas átonas), repetidos com intervalos regulares ou variados. Num texto em prosa, as pausas são dadas por sinais de pontuação; num poema, as pausas existem não necessariamente através dos sinais de pontuação. As pausas provocam melodia e o ritmo é determinado por elas e pela seqüência de sons.  

   

Metro: é a medida do verso.     

 

Metrificação é o estudo da medida: dos versos, é a contagem de sílabas poéticas.    

 

Encadeamento: quando um verso não finaliza juntamente com um segmento sintático,  ocorre o encadeamento ou enjambement, que é a continuação do sentido de um verso no verso seguinte.      

“E entra a saudade...Fiquei

como assombrado e sem voz!”

      (Teixeira de Pascoares)

Rima: rima é a semelhança de sons que ocorre no final dos versos, embora possa ocorrer também no meio do verso (rima interna)     

 

Verso branco: é o verso que não tem rima     

 

Classificação das rimas

a)      quanto às combinações:

Ø     rimas emparelhadas: AABB

Ø     rimas alternadas ou cruzadas: ABAB

Ø     rimas interpoladas ou opostas: ABBA

Ø     rimas mistas: apresentam outros tipos de combinações ABACD

 

b)      quanto ao acento tónico:

Ø      rimas agudas ou masculinas: rimam-se palavras oxítonas ou monossílabos tónicos

Ø      rimas graves ou femininas: rimam-se palavras paroxítonas

Ø      rimas exdrúxulas: rimam-se as proparoxítonas

 

c)      quanto à coincidência de sons:

Ø      rima perfeita, soante ou consoante: há correspondência completa de sons.

Tinha um berço pequenino

E uma criada velha com seu terço

Cresci de mais, como o destino!

Cresci de mais para o meu berço.   (José Régio)

 

Ø      rima imperfeita toante ou assoante: não há correspondência completa de sons.

Ó meu ódio, meu ódio majestoso

Meu ódio santo e puro e benfazejo

Unge-me a fonte com teu grande beijo,

Torna-me humilde e torna-me orgulhoso.   (Cruz e Sousa)

 

d)      quanto ao valor:

Ø      rima pobre; palavras de mesma classe gramatical

Ø      rima rica: classes gramaticais diferentes

Ø      rima rara: obtida entre palavras de poucas rimas possíveis (escura/urdidura)

Ø      rima preciosa: rimas artificiais, aparecem com pouca frequência (desposar-te / aparte)

Contagem das sílabas métrica

A contagem das sílabas gramaticais e das sílabas métricas não é

igual. As sílabas gramaticais, próprias da prosa, não são as

mesmas que as sílabas métricas, usadas nos poemas e, por vezes,

não coincidem. 

Por exemplo:

sílabas gramaticais:      Tí /mi /da /es/ pe/ ra/ a /bai /la /ri /na /
      

Nº de sílabas:           1   2    3     4    5   6   7     8    9    10  11 

Sílabas métricas: Tí /mi /da es /pe /ra a /bai/ la /ri / na
Nº de sílabas       1     2      3      4      5     6     7    8  

Como podemos observar, o número de sílabas métricas e gramaticais não coincidiu.
Chamamos a contagem das sílabas métricas escansão dos versos. Escandir os versos é indicar suas sílabas métricas e seus acentos.
 
As regras básicas para a contagem de sílabas métricas são: 

a) só contamos até a última sílaba tônica de um verso.


Exemplos: Na/ rea/li/da/de/, tris/te/ si/na, 
               No/ pal/co/ vão/ re/pre/sen/tar/


No primeiro verso, não conta a sílaba na, porque a última palavra do verso é paroxítona.
No segundo verso, contamos todas as sílabas, porque a última palavra do verso é oxítona. 

b) Elisão: quando em um verso uma palavra terminar por vogal átona e a palavra seguinte começar por vogal ou H (que não tem som, portanto não é fonema, mas uma simples letra) unem-se as duas sílabas numa só.


Exemplo: Da/ vi/da es/sa/ mes/ma/ ro/ti/na 

c) Crase: fusão de sois sons vocálicos iguais.
Exemplo: Tí/mi/da es/pe/ra a/ bai/la/ri/na

 
publicado por Clube às 12:00
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Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006

POEMAS DE DEZEMBRO

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publicado por Clube às 15:05
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A Língua Portuguesa

Português

Que língua tão complicada!

Eu estudo, estudo, estudo

E não percebo nada

Navegámos pelos sete mares

Descobrimos terras distantes

Para levar a nossa língua

A essas gentes diferentes

E eles com os seus costumes

Falam a língua de Portugal

Dizem-se nossos irmãos

E tudo está legal

E eu que aqui estou

Neste cantinho à beira mar

Leio, leio, estudo, estudo

Passo a vida a estudar

Vejo os verbos

Vejo os tempos

Vejo a gramática

A mudar

E agora digam lá

Se a Língua Portuguesa

Não é mesmo de

Arrasar!

 

Andreia Gonçalves

publicado por Clube às 15:00
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Não sei

Não sei o que dizer
Não sei o que pensar
Não sei o que fazer...

Será isto o que quero transmitir?

Talvez sim, talvez não
Parece que estou em Plutão,
A viajar numa nave sem rumo


Não sei...
Só sei que estou perdido no mundo!

Flávio Pereira

publicado por Clube às 15:00
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O Natal

O Natal é um dia igual a tantos outros,

Só que recebo presentes,

A família vem visitar-me

Como bolo-rei…

 

Ninguém se importa

com o verdadeiro significado do Natal…

com o nascimento de Jesus.

 

O Natal é dinheiro,

são presentes.

 

Ao longo do tempo…

Ao longo do mundo…

 

Matam-se pinheiros para embelezar…

Brilham luzinhas …

Pura ilusão!

Puro egoísmo!

Um pinheiro artificial,

Faz a mesma vista

não afecta o planeta.

 

O Pai Natal existe?

Nunca o vi …

Não conheço ninguém que o tenha visto…

 

No Natal as rabanadas,

os coscorões,

o Bolo-Rei e o Bolo-Rainha

ganham forma

na boca da gente.

 

E a saúde?

E a vida?

 

Durante o ano,

há cuidado com os doces…

O Natal tudo esquece?

 

 

E eu pergunto-me…

Se o Natal só é bom para a economia,

Se é mau para a Natureza,

Se é mau para a saúde,

Se é mau para tantas famílias

que não tem família …

 

Se ninguém tem a certeza se o Pai Natal existe…

Porque é que gostam tanto de o festejar?

Ângela

 

 

 

 

publicado por Clube às 15:00
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Viajar

Queria viajar

Não tenho dinheiro…

Mas na minha almofad

Conheço o mundo inteiro!

Com olhos fechados ou mesmo abertos

Vejo icebergs ou os quentes desertos!

Do tapete voador eu vejo o Sultão,

Na África selvagem acaricio o leão!

 

Imaginar…Sonhar…

Como é bom assim viajar!

Nas asas do sonho

Ninguém me pode alcançar!

 

Fui até Marte na cauda de cometas.

Estrelas, constelações e tantos planetas!

Ver a Via Láctea, tanta beleza!

Vou sempre voltar! Vou com certeza!

 

Viajar sem bilhete,

Sem ter passaporte.

Não levo bagagem,

Olha a minha sorte!

 

No meu sonho só vejo o que quero

Nada, ninguém me detém!

No meu sonho vou onde me apetece

O meu destino é sempre mais além…

 

Teresa Oliveira

publicado por Clube às 15:00
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Sorriso

Estudar, estudar, estudar...

Viva!!!!!

As férias estão a chegar.

 

Natal, Natal, Natal...

Viva!!!!!

Receber presentes não faz mal.

 

Carinho, amor e paz...

Viva!!!!!

A todos bem faz.

 

Mas lembrem-se .....

que nesta feliz quadra também há,

quem nada tem,

e que um simples sorriso

não custa nada e faz bem.

Sara Gonçalves

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Sentimentos de Natal

Adoro o Natal!

As ruas vestem-se de luzes!

Os olhares cintilantes das crianças…

               

Em todo o mundo celebra-se esta data tão especial.

Cada lar,

Cada família,

Cada sorriso,

Cada Natal!!!

 

Sonhos insaciáveis de meninos e meninas

À espera de uma vida melhor!

 

Um saber incompleto

Com a falta

De um simples beijo quente

E de um abraço apertado

Cheio de amor…

 Amor inigualável e incondicional de uma Mãe, de um pai…

 Impensável é essa a dor.

 

O quanto sofrem as pessoas que não têm onde morar.

Onde passar esta noite

O que comer….

Não!!!

 

Afinal para nós o que é o Natal?

 

Perguntas,

Muitas perguntas…

De crianças desejosas pela chegada do Pai Natal.

Aromas no ar.

Uma completa agitação,

Não da para explicar!!!

 

Enfeitar o pinheiro,

Comprar presentes,

Meias na chaminé!!!

 

Nascida a noite de Natal

Enviam-se os últimos postais,

Prepara-se a ceia

Hum!!!

Aquele agradável cheiro no ar…

Receitas tradicionais

Passadas de geração em geração

Que podemos recordar.

         

Já cheira a Natal!!!

 

Sentimentos nobres invadem os corações

De bondade,

Alegria         

E desejos de que um dia,

O Natal de cada um

Ainda possa ser melhor.

 

 

Ana Raquel Gil

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Fogo

O fogo é vermelho,

Laranja e amarelo,

Mas por vezes é azul.

 

O fogo serve para aquecer

E cozinhar,

Mas, na floresta

serve para queimar.

E na altura própria também

serve para renovar.

 

O fogo é como um

Sol que arde devagar.

 

Não há nenhum ser

Que o possa parar,

Talvez a água e o

Tempo possam ajudar.

 
  
                                João Careto
publicado por Clube às 15:00
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