Quarta-feira, 29 de Novembro de 2006

Natal, doce Natal

Prendas e mais prendas

Abrem-se as arcas

Tiram-se as toalhas de rendas

A confusão habitual!
Família , amigos, abraços
Beijos de parentes babados
Montes de embrulhos e laços...
Acesa a lareira
Decorado o pinheiro
Azevinho na ombreira
Festejos e doçaria conventual
Abrem a generosidade dos corações
Aos pobres, ofertas e tostões
Uma ceia tradicional
Faz-lhes esquecer o triste ano
E afasta o frio invernal.
 
                                         João Careto
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Chuva

No meu olhar...
Olhei para a janela
Vi a chuva a cair
E... cai sem parar!
Para onde me leva?
               Não sei!
               Rumo sem destino,
               o horizonte hei-de encontrar...

                                                 Flávio Pereira

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Sentimento

Tantas escolhas…

Preciso de pensar!

Decidir o caminho a seguir…

 

Sem hesitar,

Sem cair…

 

Eu confesso.

Não é fácil…

Há que saber agir…

 

Não posso ficar parada,

Sentada,

Desesperada sem fazer nada

À espera que tudo apareça traçado,

Acabado,

Riscado,

Fechado,

Bem guardado na minha memória.

 

É preciso sentir, reagir…

Sem cair!!

                                              Raquel Gil

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Pediram-se que fizesse uma poesia...

Pediram-me que fizesse uma poesia

Mas eu não sou poeta e nem ousaria!  

Fiquei atrapalhada e fiz confusão,

Mas a professora pediu

E eu não posso dizer não.

 

         Vou tentar…

           

         Papel na secretária,

         Caneta na mão…

         Mas o que me falta é imaginação!

         Dizem que sonhar ajuda o poeta

        Para confirmar tentei dormir uma sesta

        Olho pela janela uma nuvem parada…

        Acho que prefiro sonhar acordada.

 

         Se poesia é sonhar,

         No sonho ir mais além,

         Já estou a gostar

         E quero ir também!

 

         Poesia não é fácil

Para quem está a começar

Mas na verdade,

Até estou a gostar!

 

 Será poesia aquilo que fiz?

Encolho os ombros e esfrego o nariz

Pediram-me que fizesse uma poesia

Mas eu não sou poeta e nem ousaria!

 

                               Mª Teresa Oliveira

 

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Palavras

As palavras
certas ou erradas...
Verdadeiras ou falsas...
São a vontade da alma.
São sonhos,
são instrumentos de música.
São vidas presentes e passadas.
São "tudo" e não são "nada"!!!
Palavras para quê?
Para sonhar, viver e amar.
                                   Sara Gonçalves

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Blog

Pediram-me um poema

Coisa fácil

Alguns dirão…

Mas enviá-lo pela Net!

É uma grande confusão.

O computador…

Não trabalha!

No Blog ….

Não posso entrar!

E agora como faço?

Como é que me vou safar?

Pediram-me um poema

Eu, que nem poetisa sou

O que faço eu agora?

De tão baralhada que estou!

Andreia

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Diferenças

Somos todos diferentes

Todos iguais

Pela raça não mudamos

Pela cor também não!

Verdades tão evidentes …

Não somos desiguais

Por sermos negros ou brancos,

Indianos ou Chineses

Mas mudamos por nós...

 

 

Mudamos pelo feitio

Pela maneira de ser,

Pela maneira de estar,

Por sermos maus ou bons,

Por sermos amigos ou inimigos…

 

Mas  todos somos gente,

Todos da mesma espécie

Com a mesma qualidade.

Gente simplesmente!

 

Todos diferentes

Todos iguais...

Filipe Teixeira

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As estações do ano

 Comecemos pelo Outono,

Aquela estação maldita,

Porque deixa sempre as árvores

Sem nenhuma folhita.

 

Depois chega o Inverno

Sempre a choramingar,

Às vezes até penso

se o estamos a chatear.

 

A seguir a Primavera

Para nos alegrar,

Ela diz-nos sempre

Que o Verão está a chegar!

 

Finalmente vem o Verão,

Uma estação muito colorida,

Está sempre muito feliz

E é a mais divertida.

                                            Margarida Turiel

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2006

Leitura atenta do poema

A leitura despreocupada de uma poesia é um momento de descontracção e prazer. No entanto, é possível mergulhar ainda mais fundo nas intenções do poema se nos dispusermos a fazer uma leitura metódica.

 

 Leitura atenta do poema

    • uma ou duas leituras do texto
    • identificação de palavras-chave
    • verificar num dicionário o significado de palavras desconhecidas ou pouco familiares
    • ler de novo o texto
    • identificar o assunto e o tema

 

Análise formal do poema

    • verificar o número de versos e de estrofes
    • escandir os versos
    • análise da rima

 

Fazer o levantamento de palavras e recursos estilísticos que se destaquem

    • repetição de uma mesma palavra;
    • repetição de palavras diferentes, mas do mesmo campo semântico;
    • presença de palavras de campos semânticos opostos;
    • tempos verbais utilizados;
    • palavras associadas ao sujeito poético;
    • recursos estilísticos:
      • pontuação, rima, ritmo
      • tipos de frases
      • classes gramaticais e sua frequência
      • graus dos nomes, adjectivos e/ou advérbios
      • conotação e denotação
      • figuras de estilo:
        • a nível fónico (aliteração, assonância...)
        • a nível morfossintáctico (enumeração...)
        • a nível semântico (metáfora, ironia...)

 

Tirar conclusões dos levantamentos realizados

    • estabelecer uma possível divisão em partes;
    • reflectir sobre a expressividade da forma do poema e dos recursos estilísticos e o modo como reforçam a mensagem do poema;

 

Nova leitura do poema

 

 

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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006

Dia dos namorados

Como habitualmente, a aula inicia-se com a leitura de um poema recolhido por um aluno. Hoje aconteceu dupla poesia. Todos ficámos sensibilizados com o que aconteceu ...

O Pedro trouxe, para ler, um poema escrito pelo seu avô. Um avô que ele não conheceu, mas que todos nós descobrimos através das palavras que o Pedro quis partilhar connosco.

    roseblum.gif (35103 octets) 

No dia dos namorados

quisera tanto te ver

não deixar a primavera

sem flores, anoitecer.


No dia dos namorados

quero que tenhas em mente,

que juntos ou separados,

hei-de amar-te eternamente.


 No dia dos namorados

no embalo da minha rede

quero teus beijos molhados

para matar minha sede.


 No dia dos namorados

eu te mando com emoção

aqueles beijinhos guardados

no fundo do coração.

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