Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2007

Inaudita guerra ... online

     Hoje, lemos um conto de Mário de Carvalho, A inaudita guerra da Avenida Gago Coutino.

   Em silêncio, como a leitura quer ... Depois, foi o trabalho com dicionário, porque as palavras não são fáceis ...                          

                                                 

          

     

             

publicado por Clube às 20:00
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As guerras deles

Depois, os alunos deram largas à sua imaginação e escreveram as suas inauditas guerras ...

           

publicado por Clube às 19:55
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Inaudita guerra no corpo da Maria

A manhã estava linda, o sol brilhava. A Maria e os amigos comentavam umas ideias divertidas sobre piadas que tinham trocado, no dia anterior, no “Messenger”: “LOL!”.

            -“Quando ele disse aquilo eu ia rebentando a rir!” – exclamava a Joana.

-“E viste a imagem que ele mandou?”- perguntou o João – “Estava mesmo engraçado!”

Naquela altura ia a passar um grupo de crianças pequenas, em fila indiana, cantarolando uma canção do jardim-escola. Vinham de uma visita de estudo ao Largo do Pelourinho. Todos olharam não querendo demonstrar a saudade e a ternura… Também já tinham feito o mesmo…

Uma garota de totós empinados soltou um grande espirro “Atchim!!!”. “Santinha!”- responderam todos numa risada.

 -“De santinha é que ela não deve ter nada com aquele ar travesso!”- opinou o Pedro.

 

Naquele momento ninguém se apercebeu do que aconteceu, mas a verdade é que uma “guerra” muito terrível estava para começar…

 

Assim, enquanto isso, “ eles” entravam sorrateiros, mas velozes, percorrendo todos os caminhos possíveis para poderem atingir o seu fim…

           

(…)

No fim da tarde, a Maria começou a sentir-se estranha…sentia-se deferente, esquisita…sem vontade de fazer nada, o corpo parecia moído e tudo a aborrecia.

-“Caramba! E eu que estava com tanta vontade ir com eles jantar à pizzaria. Agora só de pensar em comer fico com tonturas. Não percebo o que se está a passar comigo!”

           

(…)

“Eles” continuavam o seu caminho, cada vez mais convencidos que iam atingir facilmente o seu objectivo. Eis se não quando, surgem “outros” na sua frente. Os dois grupos olharam-se frente a frente.

 -“ Eh malta! Não há problema, não vêm que eles são dos nossos? “- perguntou o que parecia ser o chefe “deles”.

Mas ele estava enganado. O grupo que estava à sua frente estava com ar de “poucos amigos”. Para espanto dos invasores, o ataque foi implacável. Os anticorpos atacavam, sem piedade. Os vírus da varicela, que os confundiram, não sabiam que as vacinas são constituídas pelos próprios agentes da doença, obrigando o organismo a criar anticorpos da própria doença. Pois é! Por isso é que os vírus pensaram que os anticorpos eram seus amigos, mas enganaram-se!

 Nessa noite, a Maria dormiu com alguma agitação, mas de manhã sentia-se óptima. Nem se apercebera bem da luta que tinha havido dentro do seu corpo. A vacina, que tomou contrariada, respondera com rapidez e eficácia suficiente para a proteger da doença que a queria atacar

A vacina acabara de vencer.

A Maria nunca mais protestou sempre que chegava o dia da vacina…

 

 

 Mª Teresa Oliveira

 

 

publicado por Clube às 19:50
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Inaudita guerra na casa das letras

A letra A às vezes adormecia, conta a letra Z. Mas não lhes era permitido.        

Estava decidido e escrito no Pergaminho que era o regulamento do alfabeto.

  Uma vez o A, letra da História, que ficara encarregue de fazer o puzzle. Apesar dos adoráveis desenhos e pinturas, deixou cair as pernas e adormeceu por alguns momentos. As pernas, muito arredondadas, continuavam a sua tarefa…

  Duas peças do puzzle foram trocadas. Iniciou-se uma terrível confusão. Juntaram-se, então, as peças F e Z.

 As consoantes, que nessa manhã se preparavam para ir ter com as vogais, apanharam um grande susto. Havia traços e riscos por todo o lado a tentarem apanhá-las. O objectivo era riscá-las.

  Nessa altura, a consoante mais esperta, a letra L, escondeu-se num beco e telefonou para a PIAL (Polícia Internacional de Ajuda a Letras), explicando o estava ali a decorrer. Passados alguns momentos, apareceu a polícia e, com as suas armas altamente perigosas e mortíferas, a borracha e o corrector, destruíram todos os riscos e vestígios do mesmo tipo.

  As consoantes C, B e N não conseguiram sobreviver ao ataque. Foi pena! Em sua memória, foram colocadas três lápides no cemitério do abecedário.

  No dia seguinte voltou tudo ao normal. Todas as letras voltaram para as suas palavras preferidas. Todas, não!  O A foi excluída do alfabeto por duzentos mil e quarenta e nove anos e quatro meses.                                                                      

 

Colere rouge  Flávio Pereira

 

publicado por Clube às 19:45
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A inaudita guerra na rua Capitão Meleças

           Estavam todos na sala de aula, quando a professora pediu aos alunos para

            escreverem uma história, uma história de amor. Uma das alunas, Florença, lembrou-se de misturar datas e criar uma narrativa fictícia. Misturou pessoas do século XXI com outras do passado, particularmente com os romanos. Era mais um dia igual a tantos outros. As pessoas que habitavam e trabalhavam nesta rua nunca imaginariam o que lhes aconteceria.

            Inesperadamente ouviram-se gritos. Todos ficaram em pânico e sem saber o que fazer. À sua frente, urgiram uns homens que traziam, nas mãos, uns paus enormes e lanças afiadas. O mais estranho é que se vestiam com roupa característica dos romanos da antiguidade.

            Os romanos corriam de um lado para o outro, sem orientação, tropeçavam nas suas lanças, espantavam-se com a roupa das pessoas, os sinais de trânsito, os carros e tudo o que lhes era desconhecido. Assim começou a guerra na rua Capitão Meleças , entre os romanos e os alverquenses. Já havia bastante sangue no chão...

            O tempo estipulado pela professora realização da história acabou nesse preciso momento. A professora leu a história da Florença e verificou que o que ela escrevera não correspondia ao que tinha sido pedido. Repreendeu-a e deu-lhe um castigo. Florença tinha de escrever quatro histórias de amor para entregar no dia seguinte.

 

 

  Margarida Turiel

 

 

 

 

publicado por Clube às 19:45
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Inaudita guerra da biblioteca dos livros

     Um dia a Clara foi à biblioteca, perto da sua casa, ler um livro de banda desenhada sobre um príncipe que ia salvar a sua princesa...

        Estava a ler o livro quando adormeceu. A sua cabeça loira cor de sol em dias de primavera, em cima do livro.  Clara começou a imaginar que ela era a princesa e que a tinham raptado e levado para a torre de um castelo muito, muito longe.

        Ela ficou muito assustada, porque não sabia como haveria de sair da torre, quando de repente pensou que só um príncipe a poderia salvar.

        O príncipe soube que a sua amada estava em apuros. Então, agarrou no seu cavalo e na sua espada ,comprada na feira de Carcavelos, e foi rumo ao castelo onde a princesa se encontrava.

        Quando lá chegou, deu de caras com José Castelo Branco. O príncipe não poderia acreditar que estava diante do seu ídolo. O pior foi pensar que dveria vence-lo para salvar a sua amada. Não sabia como...

        De repente teve uma ideia, mandou vir do seu castelo os seus dois leões. Quer dizer, os seus dois gatinhos que só sabiam fazer miau miau…, já que José castelo branco anda com a mania de domador de feras.

       O seu truque oarecia resultar. Castelo Branco anadava muito entretido  com as suas bolinhas de pêlo,  foi salvar a sua amada. Já à torre, o príncipe deu um beijo na princesa e…

        Clara, Clara acorda !São horas de ires para casa! Clara perguntou à bibliotecária:

- Viu o príncipe que me veio salvar?

- Deve ter sido só um pequenino sonho, vai para casa descansar, é melhor.

  Quanto aos raptores nada se sabe deles, nem quem eles eram.

 

 Diana Moreira

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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

Poemas de Fevereiro

A data limite para entrega dos poemas é  26 de Fevereiro. 

publicado por Clube às 20:00
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Gemidos de incerteza

O som do teu olhar

o toque da tua voz...

Tudo me faz relembrar

os momentos que só nós passamos.

 

O tempo que se rompeu numa lágrima

e ficou reduzido a uma recordação.

O nó de experiências traçadas quando

entrei na tua natureza com paixão de existir…

Mas nada mais…

 

Porque será que a vida nos alimenta de incertezas

e de razões sem fundamento

quando apenas …

Nada mais existe de bom

 

Um dia

Uma hora, sei lá…

Tudo se resume a isso,

Nada mais…

 

Movimento de relações traçadas

que acabam por se romper

levadas por uma razão qualquer

Inútil,

Sem fundamento

Nada mais…

 

E no rastilho de uma amizade

vem a saudade,

a bonança

A dança de passarinhos condoídos

que acabam por complementar

o sonido dos teus dias

e dos meus

 

Embora longe

Mas nada mais….

 

  Ana Raquel Gil

 

publicado por Clube às 19:56
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Faz de conta

Faz de conta que um pirata vou ser,

No mar a navegar,

“Ratazana marinha”

É o que todos me poderão chamar!

 

Ou então o palhaço

No circo a reinar,

Dono da gargalhada

Para a tristeza disfarçar!

 

Princesa!

Num castelo encantado!

Mas detrás do dragão,

Num cavalo alado,

Eis que surge…

O príncipe mais belo,

Que o vence enamorado!

 

Faz de conta…

É o meu esconderijo

Sereno, aventureiro, repleto de passagens secretas

Na música, nos sons e nas letras…

 

Mas quando detrás da mascara,

Me vejo

É sempre o meu desejo

À fantasia voltar!

 

Quando vivo o meu sonho,

Com tanta intensidade!

Dentro de mim acredito,

Na sua verdade!

 

(É que eu não sou apenas um faz de conta!)

 

 Mª Teresa Oliveira

publicado por Clube às 19:55
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Pensei

PENSEI!

E NÃO ACHEI

PALAVRAS CERTAS

PARA UM POEMA ESCREVER.

 

PENSEI!

REFLECTI E DESCOBRI

QUE POETA NÃO SOU.

 

PENSEI!

E ESCREVI O QUE A ALMA

ME DITOU…

 

SOU FELIZ E

VIVO CADA DIA

COM UM SORRISO NO ROSTO.

PENSEI,

PENSEI ASSIM!

 

 

catavento   Sara Gonçalves

publicado por Clube às 19:55
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