Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Guia de elaboração dos testes escritos

Para que consigas obter os melhores resultados nos testes escritos, aquando da sua realização deverás:

1.Ler atentamente o(s) texto(s) e ler - rapidamente - todas as perguntas, procurando ter em conta a importância e o grau de dificuldade de cada uma.

2. Dividir o tempo de maneira a que possas responder convenientemente a todas as perguntas:
- deixa mais tempo para as perguntas mais difíceis ou mais importantes, e para as questões de desenvolvimento, como as composições ou os comentários;
- deixa ainda algum tempo para a revisão final, para que possas fazer as alterações / correcções necessárias.

3. Analisar cada pergunta e decidir:
- o que tenho de responder;
- o que não tenho de responder.

4. Organizar cada resposta antes de começares a escrever:
- analisa quais são as ideias mais importantes, anota-as (ainda que sob a forma de palavras-chave, que posteriormente te sugerirão o rumo da resposta) e organiza-as, já que uma boa organização poupa tempo e a resposta é mais clara e mais coerente.

5. Em geral, deves ainda procurar:
- usar um nível de língua o mais cuidado possível;
- evitar a utilização de uma linguagem coloquial;
- evitar redundâncias (repetições);
- variar o vocabulário, usando termos adequados e vocábulos novos que entretanto tenhas aprendido;
- ser muito específico, evitando divagações e fugas aos temas impostos pelas perguntascolocadas;
- evitar repetir de memória.

6. Por último, mas não menos importante, lembra-te que os testes não se preparam no dia imediatamente anterior à sua realização. Estudar diariamente, ainda que por períodos curtos de tempo, ajudar-te-á a sentires-te mais seguro e os teus conhecimentos serão certamente mais sólidos!

publicado por Clube às 21:39
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Domingo, 21 de Janeiro de 2007

Teste avaliaçao sumativa (17.Janeiro.2007)

   Tipologia textual: Conto tradicional

1. Compreensão escrita

Não houve, de modo geral, dificuldades na compreensão do texto proposto. Quase todos os alunos foram capazes de retirar a informação necessária para a elaboração das respostas.

No entanto, verificou-se que alguns alunos  generalizaram as respostas, não as adequando ao texto em presença.

Outros houve que não "leram" as perguntas, não respomdendo, por isso, ao que lhes foi pedido.

2. Conhecimento explícito

Ao nível do funcionamento da língua, verificou-se que a maioria dos alunos revela muitas dificuldades.

A este facto não é alheia a falta de estudo e de trabalho sistemático.

3. Expressão escrita

A expressão escrita é, sem dúvida, o grande problema de quase todos os alunos. Assim, ainda se verificam grandes dificuldades ao nível de:

sintaxe (estrutura das frases);

pontuação e acentuação das palavras;

vocabulário;

ortografia;

estrutura e tipologia do texto pedido (introdução, desenvolvimento e conclusão);

reduzido sentido crítico (opinião fundamentadada);

extracção de informação e respectivo tratamento.

 

Nota:  Os alunos devem escrever ( qualquer assunto é bom), ler (textos escritos na variedade de português europeia, num registo corrente, cuidado e literárioe estudar para melhorar as suas dificuldades.

publicado por Clube às 17:00
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Sábado, 20 de Janeiro de 2007

Exposição oral

               Exposição oral

                                2º período

(Cumprimento do programa da disciplina, definido pelo Ministério da Educação)

 Expressão do oral

Fluência e adequação da expressão oral aos contextos  formais exigidos.

- exposição previamente preparada.  

publicado por Clube às 18:10
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Exposição oral:Livros para ler, com prazer ...

 Raquel

 Moby Dick, Herman MELVILLE

 André

 O gato malhado e a andorinha sinhá, Jorge Amado

 Andreia

Viagem à Roda do Meu Nome, Alice Vieira

 Ângela

As aventuras de Tom Sawyer, Mark TWAIN

 Diana

As mulherzinhas, Louisa May Alcott

 Fábio

 Histª de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, Luís SEPÚLVEDA

 Filipe

Os fidalgos da casa Mourisca, Júlio DINIS

 Flávio

As minas de Salomão, Rider HAGGARD

  Iã

 Dentes de rato, Augustina Bessa LUÍS

 Joana

 A lua de Joana, GONZALEZ, Maria Teresa

 João

Charlie e a fábrica de chocolate, ROALD DAHL

 Karen 

Caso do beco das sardinheiras, Mário de CARVALHO

 Margarida

 Robinson Crusoe, Daniel DEFOE

 Teresa

 O Principezinho, ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY

 Mariana

A volta ao mundo em 80 dias, Jules VERNE

 Miguel

Aventuras de João sem medo, José Gomes FERREIRA

 Pedro

 Pedro Alecrim, António Mota

 Sara

 O Mundo Em Que Vivi, Ilse Losa

 Tânia

 Às Dez a Porta Fecha, Alice Vieira

 Valter

Sexta-feira ou a vida selvagem, Michel TOURNEIR

publicado por Clube às 18:00
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Sábado, 13 de Janeiro de 2007

Articuladores do discurso

A Língua  oferece-te recursos para melhor explicitares as tuas ideias. São os chamados articuladores de discurso com intenções bem definidas. Eis os mais utilizados.

 

Para provar:        com efeito; sem dúvida; de certo; com certeza; efectivamente; deste modo; na verdade; em verdade; ora.

 

Para explicitar:     isto é; ou antes; aliás; ou melhor; melhor dizendo; então; tomemos como exemplo; pode dizer-se; é o caso de; neste caso; como veremos; até; sendo assim; por vezes; veja-se; compare-se; assim; observe-se.    

 

Para ilustrar/exemplificar:  assim; por exemplo; ressalte-se; saliente-se; importa salientar; é importante frisar.

 

Para reforçar a ideia:   além de; além disso; ainda; sobretudo; neste caso; também; por esta razão; note-se; de acordo com; como já foi dito; por isso; na grande maioria; em favor de; em virtude de;

 

Para atenuar ou restringir:  pelo menos; ressalve-se; neste caso; no entanto; todavia;

 

Para concluir:   em conclusão; finalmente; por todas estas razões; definitivamente; consequentemente; em consequência. 

publicado por Clube às 15:00
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Sábado, 6 de Janeiro de 2007

Funções da linguagem

Livre_d_or_02 livre_10.gifPara melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação.

Elementos da comunicação

 emissor - emite, codifica a mensagem

 receptor - recebe, descodifica a mensagem

 mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor

 código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem

 referente - contexto relacionado a emissor e receptor

 canal - meio pelo qual circula a mensagem

Nota:

De acordo com a nova terminologia, dentro da noção de comunicação verbal, consideram-se os termos locutor (aquele que produz o discurso), interlocutor (aquele a quem se dirige o discurso e que toma parte nele), ouvinte (aquele que ouve o discurso sem tomar parte nele), universo de referência (realidade extra-linguística referenciada pelo discurso produzido), contexto situacional (composto por um locutor, um interlocutor, num determinado espaço e tempo), contexto verbal (ambiente da palavra dentro do próprio enunciado), saber compartilhado (dimensão extra-linguístiica que contempla os saberes, crenças, valores que o locutor supõe partilhar com o seu interlocutor) e meio oral e escrito.

Funções da linguagem

 Função emotiva (ou expressiva)

centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.

 Função referencial (ou denotativa)

centralizada no referente, quando o emissor procura oferecer informações da realidade. Objectiva, directa, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Linguagem usada nas notícias de jornal e livros científicos.

 Função apelativa (ou conativa )

centraliza-se no receptor; o emissor procura influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas que se dirigem directamente ao consumidor.

 Função fática

centralizada no canal, tendo como objectivo prolongar ou não o contacto com o receptor, ou testar a eficiência do canal. Linguagem das falas telefónicas, saudações e similares.

 Função poética

centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afectiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas etc.

 Função metalinguística

centralizada no código, usando a linguagem para falar dela mesma. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Principalmente os dicionários são repositórios de metalinguagem.

Obs.: Num mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-las.

Recolha de Filipe Teixeira

publicado por Clube às 20:00
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007

Crónica – um género dos tempos modernos

 

Livre_d_or_02 livre_10.gifA palavra crónica vem de Chronos , senhor do tempo, o deus grego devorador da vida.

A crónica era um texto histórico, que registava o passado. Os reis possuíam um cronista para escrever a história do reino: Fernão Lopes, Eanes Gomes e Zurara, João de Barros, Damião de Góis ...

Na concepção actual, enquanto literatura, “o género permite o exercício da subjectividade do autor, o prazer e o sabor do texto próprios à arte da narrativa e da reflexão descomprometida.

A crónica é mais que uma fotografia, quase uma pintura de cores leves, talvez uma aguarela”.

A crónica é, entre outras coisas, um relato ou comentário de factos comuns do dia-a-dia, o restante depende do olhar de cada um... Ela é publicada primeiramente em jornais, depois cada autor selecciona as melhores, as mais universais, e editam livros com esses textos.

É um género dos tempos modernos, de leitura rápida ... 

 

CARACTERISTICAS DA CRÓNICA

 

A crónica é um texto escrito que normalmente é publicado nos jornais ou em revistas de informação.

Por ser publicada no jornal o conteúdo da crónica tem uma vida curta, porque com o passar do tempo os leitores esquecem o que diz.

semelhanças entre a crónica e a notícia. Tal como o repórter, o cronista fala dos acontecimentos diários, e é com estes que faz a crónica. Mas a crónica tem diferenças da notícia. A crónica tem o «toque próprio» de quem a escreve, fala dos acontecimentos diários mas usa também a ficção, fantasia, a ironia e faz críticas pessoais, o que não acontece com a notícia.

A crónica está entre o Jornalismo e a Literatura e o cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia-a-dia.

A crónica tem linguagem simples, espontânea e natural e é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, é como se o próprio escritor estivesse a falar com o leitor. Isso faz com que a crónica apresente uma visão pessoal do assunto de que ela fala.

Às vezes a crónica pode ser parecida com o conto, pois relata uma história curta.

recolha de Teresa  Oliveira

 

       Crónica

  • texto informativo e crítico ;
  • o autor observa e comenta acontecimentos fdo quotidiano;
  • centra-se, frequentemente, em temas como a politica, o desporto, a literatura, a economia, os comportamentos sociais, ...
  • apresenta uma linguagem marcada pelo estilo pessoal do cronista;
  • recorre a recursos expressivos variados: metáforas, hipérboles, ironia, ...


   Hipérbole
Figura que consiste em exagerar, de forma positiva ou negativa, uma determinada realidade. O seu efeito resulta do facto de o exagero ser evidente para o locutor e seu(s) interlocutor(es), contrariando de forma inequívoca o senso comum. Esta figura funciona, pois, como processo de singularizar ou intensificar a situação descrita, ou mesmo de sinalizar a impossibilidade da sua verbalização.

Exemplos:
1) Estou morto.
2) A sua pele era mais branca do que a neve.
3) O viajante enfrentou mil e uma dificuldades antes de regressar a casa.


   Metáfora

Figura pela qual uma palavra ou expressão é usada para descrever ou representar um objecto, diferente do que designa normalmente, em virtude de uma relação de analogia (sendo esta, muitas vezes, desencadeada pela interpretação do enunciado metafórico). Geralmente a expressão metafórica designa uma realidade mais concreta e conhecida, permitindo a projecção de grande quantidade de informação, imagens e sugestões que revelam novos aspectos do objecto descrito.

Exemplos:
1) O homem é o lobo do homem.
2) O sal é o mar servido à mesa nas suas praias domésticas de linho.
3) O rapaz despiu-se do medo e entrou.


   Ironia
Figura que se caracteriza pela distância (contextualmente identificável) entre o que se diz e o que se quer dizer. A ironia admite múltiplas possibilidades, desde a apropriação do discurso de outrem até à oposição radical entre o que se diz e o que se pensa, com fins lúdicos, satíricos, derisórios, etc. É essencialmente um procedimento de interpretação: é ao(s) interlocutor(es) que cabe a tarefa de identificar os vários pontos de vista/vozes em confronto e de inferir o significado entendido pelo locutor.

Exemplos:
1) Está um belo dia para fazer um piquenique. (dito no campo, num dia de chuva torrencial)
2) No tempo de Hitler, esse grande humanista, era frequente queimar livros.


publicado por Clube às 20:00
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

Poemas: Janeiro de 2007

Prazo de entrega 26 de Janeiro.

(Papel, mail, disquete, ...)

publicado por Clube às 20:30
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É triste

Sinto-me sozinha,

Apesar de estar rodeada

 por uma multidão imensa

com muito amor para dar.

 

É como as nuvens a taparem o Sol,

Como uma flor sem pétalas, …

É triste!

 

São Línguas sem letras,

Matemática sem números,

Ciências sem seres,

Geografia sem Terra,

Música sem instrumentos, …

 

É viver na amargura,

Num vazio insubstituível.

 

É dizer sem pensar,

É pensar sem dizer…!

 

É triste!

Estou triste!

 Angela Marques

publicado por Clube às 20:00
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O mundo

O mundo é vasto,

Grande e talvez infinito.

 

O mundo é totalmente

Perfeito.

 

O mundo tem princípio,

Meio e fim, como

Tudo e todos.

 

O mundo tem todas

as cores possíveis;

pintadas em todo o lado.

 

O mundo tem dentro dele

Um número incerto e incontável

De estrelas, planetas,

Cometas, asteróides,

Poeiras, gases,...

 

Enfim, o mundo

É tudo o que existe

 
  João Careto
publicado por Clube às 20:00
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