Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006

Poema "oferecido" por uma MÃE e Encarregada de Educação

História antiga

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.

E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação.

Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.

Miguel Torga

 


 

publicado por Clube às 22:17
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A todos um Bom Natal

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Aos alunos, aos professores, aos pais e encarregados de educação, aos nossos visitantes.

Profª Lídia Silva


publicado por Clube às 21:58
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Votos de Feliz Natal

http://postais.clix.pt/ver.html?id=3679828&key=30fdacee9a838daa9010d227d8725adf
publicado por Clube às 21:34
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Conto popular: Quem conta um conto ...

O conto é um tipo de narrativa que se opõe, pela extensão, quer à novela, quer ao romance. De facto, é sempre uma narrativa pouco extensa e a sua brevidade tem implicações estruturais: reduzido número de personagens; concentração do espaço e do tempo, acção simples e decorrendo de forma mais ou menos linear.

Embora o conto seja hoje uma forma literária reconhecida e utilizada por inúmeros escritores, a sua origem é muito mais humilde. Na verdade, nasceu entre o povo anónimo. Começou por ser um relato simples e despretensioso de situações imaginárias, destinado a ocupar os momentos de lazer.

Dada a sua origem popular, o conto de que falamos aqui não tem propriamente um autor, entendido como um ser humano determinado, ainda que desconhecido. Na realidade ele constitui uma criação colectiva, dado que cada "contador" lhe introduz inevitavelmente pequenas alterações ("Quem conta um conto, acrescenta um ponto.").

Por outro lado, é bom ter consciência de que os contos populares com que hoje nos defrontamos são diferentes daqueles que, durante séculos, foram transmitidos oralmente de geração em geração.

Em primeiro lugar, porque o seu registo por escrito implicou necessariamente alguma re-elaboração.

Em segundo lugar, porque no acto de narração oral o código linguístico era acompanhado por outros códigos, variáveis de contador para contador e irreproduzíveis na escrita (a entoação, a ênfase, os movimentos corporais, a mímica...).

O interesse dos intelectuais pelo conto popular surgiu no século XVII, quando, em 1697, Charles Perraut publicou a primeira recolha de contos populares franceses, que incluía histórias tão conhecidas como "A Gata Borralheira", "O Capuchinho Vermelho" e "O Gato das Botas".

Esse interesse pela literatura popular acentuou-se no século XIX, com os trabalhos dos irmãos Grimm, na Alemanha, e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.

Em Portugal destacaram-se nessa tarefa investigadores como Teófilo Braga, Adolfo Coelho, Leite Vasconcelos e Consiglieri Pedroso.

O próprio Almeida Garrett recolheu no seu Romanceiro numerosas narrativas em verso, que são afinal parentes próximos do conto popular.

in     http://www.projectodejersey.com/oqueeoconto.htm

Caracteristicas oralizantes

São vocábulos ou expressões presentes nos contos tradicionais que revelam uma linguagem oral.

Note-se que o conto popular ou tradicional é de autor anónimo e faz parte do vasto espólio da cultura popular, oral e tradicional que vem dos primórdios da nacionalidade. O conto popular é transmitido oralmente de geração em geração.

 

Relativamente ao conto popular convém demarcar algumas características distintivas:

  • é de tradição oral; por isso muitos têm marcas de oralidade, nomeadamente do registo popular (ex: vai nisto..., nisto..., lá vinha ele..., botou a fugir...);
  • Caracteriza uma certa arte da memória;
  • é património de todos (universal e intemporal)
  • revela o imaginário em contraposição com a realidade da vida (o que contribui para o conhecimento humano, exprimindo sonhos, anseios, necessidades, emoções e sentimentos);
  • o tempo e o espaço estão fora do tempo e espaço reais.

 FUNÇÕES DO CONTO POPULAR

 

  • são memória de um grupo;
  • apresentam modelos exemplares em situações dicotómicas (ex: bom/mau...)
  • veiculam valores (património universal e intemporal);
  • condicionam comportamentos/atitudes;
  • preenchem espaços de lazer (função lúdica).

     

       

      ESTRUTURA DO CONTO POPULAR

     

    Conflito dramático: ordem existente=>ordem perturbada=>ordem restabelecida

     Personagens: => vítima (objecto da perturbação);

    • vilão (sujeito da perturbação);
    • herói (sujeito do restabelecimento da ordem);
    • adjuvantes (pers. secundárias que ajudam o herói);
    • oponentes (pers secundárias que ajudam o vilão ou fazem oposição ao herói)

     

    TIPOLOGIA DO CONTO POPULAR

    Há vários tipos de textos que integram as características do conto popular: recorre a personagens anónimas, num tempo e espaço indeterminados;

    Conto:

  • Registo de língua

    0 registo de língua popular é aquele que mais se distancia da norma. É, regra geral, usado pelas camadas menos alfabetizadas da população, cujo vocabulário é muito simples e genuíno (tendendo para a omissão de sílabas na palavra) e a sintaxe é, por vezes, incorrecta. Utiliza?se em conversação e até em obras literárias que pretendem reproduzir a língua falada pelas classes menos instruídas.

    Tempo 

     

    O tempo, no conto tradicional, é geralmente indeterminado (“Era uma vez...”, “Naquele tempo...”, “Há muitos anos...”).

    O que importa não é a localização temporal dos acontecimentos, mas o modo como eles aconteceram.

    O passado para que o conto nos reenvia só interessa na medida em que atesta que a matéria a narrar já aconteceu e que, por isso mesmo, vale, sobretudo, pela sua exemplaridade.


    publicado por Clube às 20:00
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    Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006

    Pai Natal

     

    Pai Natal, vem, por favor!
    Traz zincos p'rás escolas,
    Traz giz, traz quadros,
    Cadernos, lápis e livros!
    Traz carteiras e armários,
    E professores e alegria!

    Pai Natal, vem, por favor!
    Traz a chuva e verdura,
    E frutas, milho e arroz
    Nos campos dos nossos pais!
    Harmonia entre os adultos,
    P'ra nós, a certeza da paz

    Xanana Gusmão

    publicado por Clube às 21:30
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    Sábado, 9 de Dezembro de 2006

    Texto injuntivo-instrucional

    No texto injuntivo-instrucional , o leitor recebe orientações precisas no sentido de efectuar uma transformação.

    O texto injuntivo-instrucional é marcado pela presença de tempos e modos verbais que apresentam um valor directivo: imperativo , presente do conjuntivo , infinitivo.

    Este tipo de texto distingue-se de uma sequencia narrativa pela ausência de um sujeito responsável pelas acções a praticar e pelo carácter directivo dos tempos e modos verbais usado e uma sequência descritiva pela transformação desejada.

    Nota: Uma frase injuntiva é uma frase que exprime uma ordem, dada ao locutor, para executar (ou não executar) tal ou tal acção. As formas verbais específicas destas frases estão no modo injuntivo e o imperativo é uma das formas do injuntivo.

     Textos injuntivo-instrucionais:

    Instruções de montagem/ receitas/ horóscopos/ provérbios/ slogans ...

    são textos que incitam à acção, impõem regras; textos que fornecem instruções. São orientados para um comportamento futuro do destinatário.

     

    publicado por Clube às 16:00
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    Advérbios

    Advérbio

    Palavra invariável, em género e em número que é o núcleo do grupo adverbial, que pode desempenhar diferentes funções sintácticas na frase.

    Distinguem-se várias subclasses de advérbios, sendo o contexto é fundamental para as identificar.

    Os advérbios podem desempenhar diferentes funções sintácticas numa frase: complemento adverbial ou modificador adverbial  ou mesmo modificador da frase.

    Dormi miseravelmente .

    Estou muito aborrecido.

    Hoje vou escrever um poema.

    Sou agora um verdadeiro poeta.

     Locução adverbial

    São expressões ou grupos de palavras que, no seu conjunto, funcionam como advérbios.à noite; à tarde; às vezes; de dia; de manhã; de noite; de quando em quando; de vez em quando; de tempos a tempos; em breve; por vezes, com certeza; com efeito; de facto; na verdade; sem dúvida, por acaso, em geral,

    Subclasses dos advérbios

    1. advérbio de negação

    2. advérbio adjunto

    É o núcleo de um grupo adverbial interno ao grupo verbal.

    Conforme indique uma ideia de tempo, lugar ou modo relativamente à acção referida pelo verbo, assim é:

    advérbio adjunto de tempo

    Ontem, eu era um adolescente curioso.

    advérbio adjunto de lugar

    Ela mora ali.

    advérbo adjunto de modo

    Comi pessimanente naquele restaurante.

    O cao portou-se bem esta tarde.

    Nota:

    Um erro frequênte é a acentuação dos advérbios de modo terminados em -mente.

    Isto acontece quando os advérbios são formados a partir de adjectivos acentuados, como por exemplo, rápido.

    Ora, se rápido é uma palavra esdrúxula (=acentuada na antepenúltima sílaba), caindo a sílaba tónica em , rapidamente tem a sílaba tónica em men.

    Não há acentos neste tipo de advérbios.

    Assim:

    fácil - facilmente

    ágil - agilmente

    agradável - agradavelmente

    3. advérbio disjunto

    Provavelmente, outros adolescentes interessam-se pelo assunto.

    O advérbio não modifica o grupo verbal;

    O advérbio é um modificador adverbial da frase.

    4. advérbio conectivo

    Primeiro Marco viu a rapariga, depois cumprimentou-a.

     Estes advérbios servem de conectores entre os diferentes elementos da frase.

       A TLEBS (terminologia linguística para o ensino bésico e secundário) é omissa quanto à classificação de alguns advérbios.

    Aqui fica uma classificação tradicional até à nova versão da  TLEBS...

     

     
    Tempo Lugar Modo
    hoje; logo; primeiro; ontem; tarde; outrora; amanhã; cedo; dantes; depois; ainda; antigamente; antes; doravante; nunca; então; ora; jamais; agora; sempre; já; enfim; etc. aqui; antes; dentro; ali; adiante; fora; acolá; atrás; além; lá; detrás; aquém; cá; acima; onde; perto; aí; abaixo; aonde; longe; debaixo; algures; defronte; nenhures; etc. bem; mal; melhor; pior; assim; aliás; depressa; devagar; como; debalde; sobremodo; sobretudo; sobremaneira; quase; principalmente

    Obs.: muitos advérbios de modo formam-se juntando mente à forma feminina do adjectivo

    Quantidade Afirmação Negação
    muito; pouco; mais; menos; demasiado; quanto; quão; tanto; tão; assaz; que (equivale a quão); tudo; nada; todo; bastante; quase sim; certamente; realmente; decerto; efectivamente; etc. não; nem; nunca; jamais; etc.
    Dúvida Exclusão Inclusão
    acaso; porventura; possivelmente; provavelmente; quiçá; talvez apenas; exclusivamente; salvo; senão;somente; simplesmente; só; unicamente ainda; até; mesmo; inclusivamente; também
    Ordem Designação Interrogação
    depois; primeiramente; ultimamente eis onde? como? quando? porque?

    O grau dos advérbios

    1. Grau dos adverbios (normal e comparativo)

     

     
    Normal Comparativo
    Superioridade Igualdade Inferioridade
    devagar mais devagar (do) que tão devagar como menos devagar (do) que
    rapidamente mais rapidamente (do) que tão rapidamente como menos rapidamente (do) que
    bem melhor (mais (1) bem) tão bem menos bem
    mal pior (mais (1) mal) tão mal menos mal
    muito mais - -
    pouco menos - -

    (1) Os comparativos regulares mais mal e mais bem devem usar-se antes de adjectivos particípios. Ex.: Este filme está mais bem realizado do que ...

    Grau dos advérbios (normal e superlativo)

     

     
    Normal Superlativo
    Absoluto Relativo
    sintético analítico superioridade inferioridade
    devagar devagaríssimo muito devagar o mais devagar o menos devagar
    rapidamente rapidissimamente muito rapidamente o mais rapidamente o menos rapidamente
    bem optimamente muito bem - -
    mal pessimamente muito mal - -
    muito muitíssimo - o mais -
    pouco pouquíssimo - o menos -

    Há advérbios que não se flexionam em grau porque o próprio significado não admite variação de intensidade.
    Exemplo: aqui, ali, lá, hoje, amanhã, anualmente.

     

    O advérbio não tem variação em pessoa nem em número. Há advérbios que, como o adjectivo, aprersentam flexão em grau.

    publicado por Clube às 15:00
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    Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006

    Classes de palavras: verbo

    O verbo é o núcleo do grupo verbal e pertence a uma classe aberta de palavras.

    O verbo exprime acções, estados, acontecimentos considerados em modos diferentes.

    O verbo é uma palavra variável em:

    - pessoa: 1ª, 2ª  e 3ª pessoas.

    - género: feminino e masculino.

    - número: singular e plural.

    - tempo: presente, pretérito(simples e composto), imperfeito; mais-que-perfeito (simples e composto) e futuro (simles e composto)

    - modo: exprimem maneiras diferentes de encarara o acto de falar.

    1. O falante encara o acto de falar como real: MODO INDICATIVO.

    2. O falante encara o acto de falar como uma probabilidade: MODO CONJUNTIVO.

    3. O falante exprime uma ordem, um conselho, um pedido: MODO IMPERATIVO

    4. O falante encara o acto de falar como uma hípótese dependente de uma condição: MODO CONDICIONAL.

    5. O acto de falar é encarado genericamente: MODO INFINITIVO.

    - voza frase passiva resulta de uma transformação da frase activa, o sujeito  transforma-se em agente da passiva e o complemento directo em sujeito; paralelamente, o verbo passa a ser conjugado na voz passiva.

    Exemplo: Os turistas visitaram a cidade. (frase activa)

                   A cidade foi visitada pelos turistas.(frase passiva)

    o complemento directo passa a sujeito;

    o sujeito passa para complemento agente da passiva;

    a forma verbal passa para a voz passiva.

    O agente da passiva é normalmente introduzido pelas preposições por e de.

    Existem três conjugações. A 1.ª, de tema em -a-, reúne verbos como amar, andar, ...; a 2.ª, de tema em -e-, inclui verbos como comer; a 3.ª, de tema em -i-, integra verbos como partir.
       Habitualmente excluem-se das três conjugações os verbos irregulares, que não se conjugam como a maioria dos verbos com idêntica terminação – como, por ex., ser, ter, pôr (outrora poer) – tratando-os como um grupo à parte que, todavia, não constitui uma outra conjugação.

    Sublasses dos verbos:

    1. verbo principal

                - verbo impessoal

                - verbo intransitivo

                - verbo transitivo

    2. verbo copulativo

    3. verbo auxiliar

    Os verbos, quanto à flexão podem ser:

    regulares

    irregulares

    verbos pronominais

    verbos pronominais reflexos

    abundantes

    verbos defectivos

     

    publicado por Clube às 20:01
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    Valores dos modos e dos tempos

    modo indicativo : o modo indicativo eprime um facto como real.

    Presente:

    1. para referir um facto que aconte no momento em que acontece a enunciação.

    A nossa turma tem um Blog.

    2. para  indicar acções ou estados que não se alteram com o tempo.

    A Terra gira `volta do Sol.

    3. para marcar uma duração prolongada.

    Vivo aqui desde que nasci.

    4. para aproximar da actualidade um facto passado (presente histórico).

    Em 1143 nasce Portugal.

    5. para expressar um facto habitual.

    Tomo o pequeno almoço todas as manhãs.

    6. para aproximar do momento actual um facto futuro.

    Para a semana começam as férias.

    7. para fazer uma intimidação.

    Agora ficas calado e acabas o trabalho.

    Pretérito imperfeito:

    Elas liam um livro quando tocou o telefone.

    1. exprime um facto anterior ao momento da enunciação, inacabado. Sugere uma ideia de duração.

    2. exprime delicadeza, atenua um pedido:

    Queria um sumo de fruta, por favor.

    3. situa vagamente no tempo os contos, fábulas:

    Era uma vez uma turma que tinha um Blog.

    4. emprega-se em vez do condicional para exprimir um facto que seria consequencia de outro, mas que não se verificou:

    Se ela tivevess estudado, melhorava as notas.

    Pretérito perfeito:

    publicado por Clube às 20:00
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    Terça-feira, 5 de Dezembro de 2006

    Obrigada!

       Agora mesmo, enquanto trabalhava no vosso Blog, alguém espreitava do outro lado ...  Fizeram-se um sinal, disseram-se que estavam lá, que estavam aqui ... Obrigada Ângela e Raquel!

    sinto-me:
    publicado por Clube às 12:25
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